O que nos leva a amar as novas pessoas que conhecemos é menos o cansaço que temos das velhas ou o prazer de mudar, do que o desgosto de não sermos bastante admirados pelos que nos conhecem demais e a esperança de sê-lo mais pelos que não nos conhecem tanto.
Esta época do ano costuma ser motivo de alguma reflexão, mesmo para aqueles que andam distraídos com a azáfama das festas e viagens, todos nós, de um modo ou de outro acabamos por tirar uns minutos para ponderar tudo o que construímos ao longo do ano que finda e inevitavelmente, damos por nós a tomar decisões para o ano que começa.
Uns mais optimistas que outros, mas a verdade é a maioria de nós costuma ver na aurora do novo ano um raio de esperança para a concretização de alguns sonhos e projectos, sem no entanto deixar de saborear a nostalgia dos bons momentos que passaram…
Há porém aqueles que terminam e começam o ano sem esperança nenhuma! Uns porque estão completamente sós, (sim há gente que a certa altura da vida ficou mesmo sem ninguém e não têm quem os abrace nesta data), outros porque estão a braços com uma enfermidade muito grave, outros ainda que por motivos financeiros nada têm para pôr na mesa e até estão em risco de perder a sua habitação e tantas outras aflições de outro género que estão a apertar o coração de tantas pessoas que chegam mesmo a ponderar pôr termos à sua vida…
Infelizmente esta data não é só de alegria e roupas novas, mas pode ficar assinalada como a data em que vais, de uma vez por todas, celebrar a tua vida! Se estás só alegra-te por existires e determina que a partir de ti ainda pode começar uma geração de felicidade e a tua determinação pode transformar muitas vidas e na mesma medida com que te entregares, também os outros se entregarão a ti! Se não tens dinheiro pensa que há quem tenha ainda menos e que enquanto o teu coração bater podes sempre inovar e dar asas à criatividade… talvez esta situação seja o empurrão que faltava para se dar início a um grande projecto que tem estado ai escondido, nos teus sonhos e nem na enfermidade ou no desgosto desistas porque nos dias hoje, à velocidade com que tudo muda, o que hoje é impossível amanhã pode não ser!
Para quem não pode celebrar esta passagem de ano com glamour, champagne e roupas novas, celebre então a sua própria vida! Quando nascemos nada temos, nascemos nús e dependentes… Se é assim que hoje nos sentimos, possamos então identificar-nos com esse bebé que entretanto cresce, ganha autonomia e se torna num ser criativo e independente, simbolizando, nesta passagem de ano, este renascer emocional que poderá marcar o ínicio de um novo capítulo na história da nossa vida.
Os votos sinceros de um ano novo muito feliz para todos!
Era uma vez um homem perfeito que conheceu uma mulher perfeita. Namoraram, casaram-se e formavam um casal perfeito. Na noite de Natal o casal perfeito seguia de automóvel por uma estrada deserta quando avistou alguém na berma que pedia ajuda. Pararam. Era nada mais nada menos que o Pai Natal! O casal perfeito ofereceu-se logo para o ajudar a distribuir os presentes. O bom velhinho entrou no carro e lá foram eles. Pouco depois, numa curva mais traiçoeira, o automóvel derrapou e deu-se um terrível acidente do qual apenas um dos três ocupantes sobreviveu. Quem: A mulher perfeita, o homem perfeito ou o Pai Natal? Quem sobreviveu foi a mulher perfeita. Na verdade, ela era a única personagem real da história, uma vez que todos sabemos que nem o Pai Natal nem o homem perfeito existem... (Se você é mulher, pode parar de ler; para si a piada acaba aqui.)
Se o Pai Natal não existe e o homem perfeito também não, quem conduzia era a mulher, o que explica o acidente. Se você é mulher, de certeza leu até aqui. Fica assim provada mais uma teoria: as mulheres são curiosas, metem o nariz onde não são chamadas e nunca fazem o que lhes
A professora pergunta ao menino o que quer ser quando for grande. O menino responde: - Pai Natal! - Pai Natal? Então... mas porquê? - Ora! Ao menos assim só trabalhava uma vez por ano!
Beijo